Autoestima e autoaceitação

Texto retirado do site www.psicologiamsn.com
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Já havia escrito há um tempo atrás, sobre o fato de que cada um de nós vai conviver com uma pessoa a vida toda. Esta pessoa é, justamente, o eu de cada um. Ou seja, eu vou conviver a vida toda comigo mesmo, pois não há possibilidade de tirar férias de si mesmo. Ao menos, por enquanto.
E se assim é, é importante pensarmos o seguinte:
Como você se vê?
  • Você se aceita como você é ou está no momento?
  • Existem muitas coisas que você gostaria de mudar?
  • Você está sempre se criticando? Ou você se aceita totalmente?
Mirror
           
Responder sinceramente à estas perguntas é importante porque o primeiro passo, sempre, é reconhecer aonde estamos, de que forma estamos.
Auto-estima quer dizer estimar a si mesmo. Estimar o eu, o corpo, a alma. Milhares de estudos já comprovaram que pessoas que se aceitam tendem a ficar menos doentes (física e mentalmente), e tem, em geral, uma qualidade de vida melhor quando comparadas com pessoas com baixa auto-estima.
Então, o que causa ou gera a auto-estima alta? A auto-estima que provoca consequências positivas ou, para dizer em poucas palavras, o amor a si mesmo?
Será que são as situações externas (ter uma boa família, uma boa casa, um bom trabalho e boas relações inter-pessoais?) é que causam a auto-estima alta ou será que é o inverso, ou seja, ter uma auto-estima adequada é que permite a cada um de nós ter uma boa família, uma boa casa, um bom trabalho e boas relações inter-pessoais?
Em resumo:
Muitos terapeutas argumentam que o principal em um tratamento psicoterápico é, não só a resolução de problemas, conflitos e sintomas, mas o desenvolvimento de uma maior aceitação de quem somos, de nossos defeitos e qualidades.
Evidentemente, aceitar até os próprios defeitos não significa ficar paralisado e não mudar nunca. Como se dissesse: “Ah, eu sou assim mesmo. Está bom assim, para que mudar?” Ora, a aceitação é o primeiro passo, mas não o único.
Reconhecer que somos do jeito que somos no momento presente é importante para desenvolver uma auto-estima mais adequada. Mas à medida em que realmente nos aceitamos, acontece algo paradoxal, algo incrível e contraditório: aceitamos nós como nós somos, e, aceitando, podemos começar a mudar, a melhorar, a nos aperfeiçoar em áreas, situações ou circunstâncias em que, normalmente, não nos daríamos bem.
Portanto, comece a se questionar se você se aceita e quais pontos não aceita e gostaria de mudar. O passo seguinte, então, é começar a pensar e a pesquisar modos para poder mudar, formas e jeitos de fazer diferente para poder, consequentemente, sentir e pensar de um modo mais feliz sobre si mesmo.  


5 comentários:

  1. eu nao me aceito, por isso estou tentando mudar essa situação
    beijos e lindo dia

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  2. SABE EU ME ACEITO
    MAIS TENHO MEUS DIAS DEPRÊ
    QUE NAO GOSTO DE ALGUMAS COISAS E TALS...
    MAIS ACHO Q ISSO É NORMAL
    PORÉM SEI Q POSSO FAZER MAIS POR MIM MESMA E PELA MINHA SAUDE

    BJOKASSS

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  3. Adorei o post e adorei o que ele trouxe pq as pessoas confunde auto aceitação com conformismo...e ficam nessa realmente de ...ah ta bom assim, sou assim mesmo...e dai com medo de mudanças se fecham nos casulos novamente!
    Eu me aceito mto bem pro meu gosto, mas não deixo de ter minhas neuras!

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    1. Exatamente isso, Nana.
      Achei interessante por tratar o texto justamente dessa diferença!
      Beijo, Nana querida.

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  4. também concordo com a Nana :)

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