Sobre emagrecimento e outras coisas...

Olá meninas, tudo certinho? O post de hoje é daquele tipo "senta que lá vem história". É longo, possivelmente bem longo. Achei uma oportunidade para conversar com vocês sobre algo que é bastante importante: Você! Eu! Nós!
A Anninha do Funny Make Up postou hoje em seu blog um texto, um posicionamento pessoal, muito interessante a respeito de si mesma. Achei tão bacana o modo como ela fez isso, que resolvi trazer aqui para o blog para vocês verem também, caso não tenham visto lá.

"E o emagrecimento?

 Vocês devem ter percebido que o assunto emagrecimento não aparece mais por aqui né? A verdade é que eu cansei de falar nisso.
Parece que a coisa virou uma religião! Me entristece ver pessoas emagrecendo e desprezando seus antigos Eus, acho hipócrita.
Mude, melhore, evolua, mas não esqueça que sua essência, seu caráter e sua personalidade não somem com os quilos eliminados. Gente que passa fome 5 dias por semana pra poder atolar o pé na jaca e comer como um glutão nos finais de semana. Gente que menospreza frutas, verduras, alimentos integrais, saladas e acha que ficar sem comer é bom pra saúde. Aí acham que porque fazem academia são saudáveis. A alimentação é tudo, qualquer pessoa entendida vai concordar com isso. Exercício é bom? Óbvio, mas você não pode se entupir de açúcar, álcool e gordura e esperar que 2 horas de aeróbicos tirem tudo isso das suas células. Esse tipo de coisa me cansa e ensina as meninas novinhas que leem esse tipo de besteira, que é legal ser magra a qualquer custo.

Lembro de ter dito que eu não iria a um nutricionista, porque a experiência que eu tinha era ruim, uma pessoa que simplesmente entregava uma lista de proibições e dizia “é assim”. Então eu conheci a Dra. Kelly e me encantei com o trabalho dela. Na primeira consulta ela perguntou tudo e mais um pouco e me pediu que fizesse 378246376 exames. Ontem voltei lá e fiquei chocada com os resultados. Porque a gente lê em todos os lugares que pessoa gorda é doente, cheia de colesterol, diabetes, hipertensão e triglicerídeos. Que vão morrer logo, em resumo. Os meus exames são os mesmos de uma pessoa de 70Kgs (saudável, claro), a única coisa de que estou deficiente é vitamina D, porque não tomo sol nunca e quando o faço é sempre com bloqueador (que impede a absorção da vitamina pelo corpo), mas já comecei a tomar sol e um suplemento. Quando ela me entregou a dieta (que não é uma lista de exigências, é mais um direcionamento) eu pensei “mas eu posso comer de tudo! Ela só diminuiu as quantidades, inseriu mais legumes e verduras e cortou o açúcar refinado e gordura trans!”. Aí eu percebi que eu sou dona do meu corpo, sou eu quem o controlo, o manejo. Pela primeira vez essa verdade me atingiu e eu me vi capaz de mudar o que deveria ser mudado. Ao mesmo tempo em que parei de ter medo de morrer ao comer uma porção de batatas fritas, porque eu posso comer, só não comer TUDO. Não tenho mais aquela vontade doida de ter 60Kgs (mesmo porque pela minha estrutura óssea o peso recomendado é de no mínimo 67Kgs), só queria mesmo servir no maior número disponível em qualquer loja (que é o 46 que veste 44, já que o Brasil é medíocre no sistema de grade das roupas e não existe nenhum órgão que regulamenta e exige uma padronização, as marcas fazem as roupas do tamanho que querem e esperam que fiquemos felizes quando eles fazem roupas em “tamanhos especiais” com numeração mentirosa). Acho que colocar as mãos em meus exames tão perfeitos é um grito de liberdade. Me libertou de anos e anos de lixo que tive que ouvir e me ajudou a entender que eu não preciso, eu só quero. Então eu não vou mais falar no assunto por aqui (embora eu comente por alto ou as fotos apareçam no instagram), porque esse assunto é polêmico demais e cada um tem que saber o que quer ou o que precisa pra si.

Beijos, meninas!!! ♥
"

Pois é, vamos falar sobre isso. Podem ver que destaquei em amarelo algumas partes do texto, e são partes que considerei que deveriam ser enfatizadas.
Como comentei no blog dela, eu concordo com a maneira que ela se posicionou. Achei de um senso crítico bem grande, senso crítico consigo mesma, o que está faltando em muita gente por aí.
O que o mundo pensa sobre o gordo nós já sabemos, mas e o que você gordinha pensa sobre os gordos? O que você gordinha pensa sobre você mesma?
Acho que a resposta para essa pergunta é um pouco complicada, que necessita de muito autoconhecimento, necessita de muita reflexão. Entender quem a gente é só se faz possível com o movimento de olharmos para nós mesmos, lá dentro, ir pensando, descobrindo coisas e significando cada uma dessas coisas. Nós somos a única pessoa que sabemos o que sentimos quando olhamos no espelho, que sabemos o gosto daquela ofensa sofrida na escola quando era criança, que sabemos o que é estar em um provador de loja e aquela roupa que nós amamos não entrar na gente. Pra cada pessoa esses episódios terão um significado diferente, um resultado diferente!
Entrando em outros méritos, acho um pouco deprimente pessoas tentando emagrecer a qualquer custo. Pessoas que emagrecem, mas têm sua saúde defasada por conta de uma alimentação restrita e inadequada. Pessoas que se entopem de remédio para atingir seus objetivos, pessoas que se enfiam em dietas e métodos malucos sonhando com um corpo que ela nunca vai ter. 
Como é isso pra ela? Como é isso pra você?
Nunca comentei isso aqui, mas me sinto um pouco incomodada com pessoas que se sentem ofendidas por serem chamadas de gordas/gordinhas, mas enchem a boca para dizer que é Plus Size. Pessoas muito, muito acima do peso que gritam que sua saúde está impecável. Claro, a autoaceitação dessa pessoa é algo que não se deve discutir, e chega a ser belo de ver! Existem casos que realmente a saúde está ok, mas tem uma dorzinha no joelho, incomodo para abaixar-se, cansaço para subir uma escada, etc. Eu sinto isso em alguns momentos, não é vergonha admitir. Quem estamos tentando enganar, os outros ou nós mesmos?
Não levanto minha bandeira para nenhum lado, nem para o Seja Gordo, nem para o Seja Magro. Levanto minha bandeira para o Seja quem você é! Busque ser quem você deseja ser. Se seu peso te incomoda, mude-o. Se o meu peso te incomoda... sinto muito. 
A questão é: Só mude quando isso for importante para você! Caso contrário, essa mudança ou a falta de êxito nela será a causa de uma frustração muito grande. Vale à pena mudar pelo outro?
Exemplificarei com o meu caso.

Comecei a fazer tratamento para emagrecer aos 9 anos de idade. Com 9 anos foi a primeira vez que fui à nutricionista e fiquei RESTRITA de comer bolacha, de tomar leite, comer queijo, comer bolo de chocolate ou qualquer outro que seja, comer salgadinho... faz uma criança entender isso! Emagrecia, emagrecia, engordava, engordava, emagrecia. Desistia!
Depois de uns três anos,  fui levada ao endocrinologista e iniciei um novo acompanhamento, conjunto com nutricionista novamente e prática de exercícios. Emagrecia, engordava, emagrecia, engordava. Meus pais sempre quiseram o meu bem, queriam preservar minha saúde, e era por eles que eu me submetia a isso, porque eles achavam que era o correto a se fazer no momento (e eu não tiro a razão). Não sei quanto tempo durou esse acompanhamento, mas foi bastante tempo. Quando eu chegava ao meu limite, pois eu me esforçava e ainda assim continuava gordinha, eu desistia de tudo. Passava alguns meses e eu já tinha recuperado todos os quilos que tinham ido embora. 
Sempre pratiquei exercícios, mesmo detestando fazê-lo. Fiz academia, natação, jazz, sapateado, caminhada, hidroginástica... tentava encontrar algo que me trouxesse prazer. 
Com 16 anos, um pouco mais madura, iniciei um tratamento com uma nutróloga, nutricionista, esteticista e educador físico (sim, uma equipe) para emagrecer. Dessa vez, eu fui porque eu quis, eu podia entender que aquilo seria importante para mim. Eu me esforcei, me esforcei como nunca me esforcei para qualquer outra coisa. Eu tomava 4 cápsulas de remédios e suplementos alimentares que eu não tinha nos meu restrito cardápio de alimentos. Passei mais de um ano sem colocar um chiclete que não fosse o sem açúcar na boca, uma bala que também não fosse sem açúcar, um pirulito. Passei mais de um ano evitando qualquer tipo de carboidrato. Eu podia contar nos dedos de uma mão quantas vezes nesse tempo todo eu comi arroz, por exemplo. O mais curioso é que nessa época eu não sentia vontade de nada disso, não achava ruim me privar disso. Era pro meu bem! Eu estava emagrecendo... estava emagrecendo MUITO!
Além dos remédios que eu tomava, eu precisava tomar uma injeção de cafeína toda semana no músculo, eram 4 injeções por mês. Intercalava a cafeína com enzimas, que eram duas injeções por semana no músculo, eram 8 injeções por mês. Um mês cafeína, um mês enzima... Tenho até hoje a marca dessas injeções na minha pele. 
Se bem me lembro, eu não tinha pique para nada, chegava do trabalho morta, deitava no sofá, dormia, acordava para tomar banho e voltava a dormir até o dia seguinte. Eu era pálida, estava com o corpo e o rosto finos, embora eu estivesse muito, muito feliz com essa situação. Minha mudança era incrível! Olho algumas fotos daquela época e penso "como eu estava linda".
Quase dois anos depois, e vinte ou vinte e poucos quilos a menos, eu cansei. Cansei mesmo! Embora não admitisse. Fui deixando os tratamentos aos poucos, e em pouco tempo abandonei completamente. 
Abandonei as injeções, abandonei a obrigação de emagrecer, abandonei o gasto de dinheiro excessivo com o emagrecimento. Voltei a comer arroz, voltei a mascar chiclete, voltei a ter uma vida normal. 
Sei exatamente o que devo comer, como devo comer, mas sou preguiçosa e relaxada, então quatro, quase cinco anos depois, tenho o peso que eu tinha no início dessa loucura.
Essa época foi fundamental para mim, foi ela que fez eu pensar sozinha "escuta, porque você está fazendo isso com você?". Minha saúde é ótima, faço exames uma ou duas vezes por ano, e nunca deu NADA alterado. Mesmo gordinha, eu sempre gostei de como eu era, emagrecer só seria uma experiência nova. Eu sempre vesti biquíni, saia, vestido, short curto. Eu sempre tive vários amigos. Eu sempre tive alguém pra dizer o quanto eu era linda. 
Com meus 18 anos, fazendo faculdade de psicologia, depois de ter o blog e poder dividir com vocês como eu sou e quem eu sou, fui descobrindo o quanto eu gosto de ser assim. 
Se um dia eu me olhasse no espelho e me visse magra, eu não me encontraria no meu reflexo. Não seria eu! 
Eu sou essa a vida inteira.
Cada experiência da minha vida, cada coisa que acontece todos os dias, me fazem refletir e contribuem para o meu autoconhecimento. Apesar de me permitir gordinha, sei o quanto gordinha eu gosto de ser, então se vejo que estou exagerando, puxo o freio e me controlo. 

O que quero dizer é que não importa como você seja, desde que você esteja de acordo com aquilo que você acredita, se posicione, não seja omissa, não se perca em meio à multidão que grita "Seja assim, seja assim, seja assim!", as pessoas verão apenas aquilo que você QUER MOSTRAR a elas, não aquilo que VOCÊ NÃO QUER que elas vejam. 
A gente enxerga no outro aquilo que o outro está vendendo, portanto, se você não quer ser o coitadinho do mundo, não se faça de coitadinho do mundo!

Fica a dica ;)
Desculpem a imensidão do post!

Beijos

16 comentários:

  1. Oi Amandinha!

    Adorei ler o depoimento da Anninha eo seu tb!

    Eu acho que o que realmente importa é estarmos saudáveis, seja do tamanho que a gente for!

    Eu acredito que a nossa alimentação é equilibrada qdo pode mos comer de tudo um pouco... até mesmo doces e massas. Pq a privação total desses alimentos só fazem a gente querer consumi-los em dobro!

    Há 2 meses eu tava com 78 kgs e com o índice de colesterol e triglicérides lá nas alturas, uma coisa perigosa mmesmo! E olha que nem era por causa do meu peso, mas for um defeito no meu proprio metabolismo...

    Me assutei muito com o resultado e resolvi me alimentar melhor... no início cortei chocolate (q sempre foi meu ponto fraco) completamente, hj em dia tento comer moderadamente.

    Emagreci 6 kgs e me sinto tão bonita qto antes... por mais q minha mãe fale q estou bonita pq estou mais magra, eu não concordo, pois resolvi emagrecer por questões de saúde e não pra caber num padrão estúpido.

    Beijão!

    Piece of My Heart

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    1. Pois é, querida, independente de ser magra ou gorda, importante é como a gente se sente.
      Obrigada pelo comentário tão participativo.
      Beijão!

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  2. menina, texto profundo e que nos faz pensar....
    beijos

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    1. Esse é o objetivo!
      Beijos, Fabi.

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  3. NOSSA AMEI SEU TEXTO! Era realmente o que eu tava precisando.
    Sempre fui OBRIGADA a começar dietas, nada por livre espontânea vontade sabe? Ai fazia aquilo por uns meses, dias enxia o saco totaal e voltava tudo e pior. FUi na primeira nutricionista aos 9 anos também, gostava muito dela até. Mas cabeça de criança né? Não iam mudar nunca. Depois fui no endocrinologista, e esse ai puff, nem efeito surtiu. E agora tô até bem resolvida com meu corpo e até decidi mudar mas sem aquela pressão sabe? Aos poucos pra vê se da certo, meu ritmo e tal. Mas como você a preguiça me domina e MUITOOOOOO. E só uma análise interior, uma meditação, um pensamento quase que continuo iriam me fazer mudar HAHAHAHA Mas hoje também eu aprendi a me controlar, eu eu vejo que to indo pro descontrole, aperto o freio e assim eu vou vivendo.

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    1. Tão longo... achei que ninguém fosse nem ler.
      As vezes uma coisa que vem assim do nada serve absolutamente na gente né? Que bom que gostou do texto.
      Beijos, querida.

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  4. Olá, olha eu invadindo seu cantinho outra vez...
    Só estou passando para avisar que o dia do sorteio esta chegando, será dia 01.03, então se ainda não se inscreveu e gosta de unhas decoradas, passa lá.
    http://cutetapemeasure.blogspot.com.br/2013/01/sorteio.html#comment-form
    *´¨)
    ¸.•´¸.•*´¨) ¸.•*¨)
    (¸.•´ (¸.•` ** Beijos! **

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  5. O post realmente estava imenso...rs. Mas valeu a pena ler até o final! É muito polêmico aceitar-se ou não como é, ou saber se o emagrecimento é pra si ou para impressionar os outros.... Muitas reflexões com certeza. Bjks

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    1. hhaah me desculpe, Márcia, prometo tentar me conter nos próximos posts.
      Fico feliz que o tenha lido inteiro e que tenha gerado uma reflexão.
      Obrigada pelo comentário. Beijos

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  6. Gostei demais de seu texto!!!

    Penso como vc sobre o quanto é importante fazer algo por nós mesmas, sem ter que nos render às exigências dos outros...

    Não faz muito tempo que descobri o quanto me acho linda assim, Extra GG! rsrs... Na verdade, eu não descobri, eu construí pra mim esse novo valor e me sinto feliz por isso. Infelizmente, no meu caso, há uns problemas de saúde que tenho tentado amenizar/ solucionar com equipe multidisciplinar, problemas que até me fizeram pensar na cirurgia de redução... entretanto, o que há dentro de mim como padrão de beleza tem a ver com fartura e eu jamais conseguiria me ver linda magra... há quem não entenda isso, não acredite, mas... fazer o que né?!

    Beijão!

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    1. Acho linda essa descoberta do amor próprio. Tudo seria mais fácil se as pessoas amassem a si mesmas um pouquinho mais. Independente do corpo, do peso, da forma, é importante amar quem a gente é, buscar encontrar em nós mesmos aquilo que desejamos ser.
      Obrigada pelo comentário, querida.
      Beijos

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  7. Eu me vi neste texto de uma forma tão nua, que por vezes pensei ter escrito. Isso era tudo que eu precisava ler pra parar de me cobrar um pouco. São vinte e quatro horas por dia pensando que aquele pedaço de bolo que eu tanto amo pode me matar ou subir alguns digitos na balança que por vezes pensei ser pior. Me odiei a vida inteira por ser grande, gorda, barriguda, e pra quê tudo isso? Para nada. Só quem via tanto defeitos em mim era eu mesma. Só quem se incomodava comigo a todo momento, era eu. Ninguém reparava o quanto eu me sentia mal por estar com um vestido que eu achava marcar toda a imperfeição no corpo.. Achei por anos que ninguém pudesse me amar. Mas como ninguém me amaria se eu sou filha do Criador. Por Deus, Somos lindas e isso não há quem conteste.

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    1. Eu me senti realmente emocionada pelo seu comentário. E assim como você, também me identifiquei com o que você disse. Como é cruel passar por tudo isso, e como é difícil ter clareza para superar as frustrações e insatisfações consigo mesma.
      Obrigada pela participação tão singular.
      Beijos

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  8. Concordo com vcs!saude acima de tudo,tem coisa melhor do q e olhar no espelho e v refletido:"EU ME AMO"!bjuss gostei do post,e nem ficou tao grande assim ta

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    1. Obrigada pelo comentário, querida.
      Amos próprio é a base de tudo.

      Beijos

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  9. Lindona adorei o texto da Aninha e o seu. Exatamente o que acho.
    Eu sempre fui gordinha, mas hoje me encontro obesa e isso não está me fazendo bem, porém percebo que o fato de falar de coisas saudáveis, fazer, curtir fanpages e blogs, incomoda algumas pessoas que dizem que estou traindo o movimento plus (acho esse rótulo ridículo) e dizem que não existe querer emagrecer por saúde.
    No meu caso não é só saúde. Eu quero tirar o sobrepeso porque me olho no espelho e não estou bem comigo mesma. Estou para fazer um post no meu blog, mas cadê tempo? Tenho dores nas costas por causo dos seios, dores nos joelhos e cansaço, mas meus exames estão ótimos.
    Sou totalmente contra o uso de remédios faixa preta e a cirurgia bariátrica que pra mim virou um certo comodismo, mas cada caso é um caso. Sabemos que pessoas com mais de 150 kilos, com problemas sérios de saúde, precisam da cirurgia. Eu sou a favor que as pessoas sejam felizes independente do peso. Não é porque eu estava me sentindo bem antes que não posso mudar de ideia.
    O ser humano muda constantemente. Eu estou fazendo tratamento com uma nutri para mudar de hábitos como a Aninha falou. Aprender que posso comer de tudo, em pequenas quantidades e substituir coisas que vão fazer mal por alimentos saudáveis. Consequentemente quero eliminar peso porque vou ser mãe e não quero que meu filho sofra o que eu sofri. Quero que ele nasça saudável e quando tiver idade possa fazer suas escolhas. Magra ou gorda, não interessa, o que busco é estar saudável e feliz comigo. Amor próprio sempre. Um beijo

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